FLORESTA NEGRA {KIND OF}

Para os que me seguem não é novidade o fascínio que tenho por livros e revistas. Desde arquitectura, design e fotografia, passando por alguns mais aborrecidos como romances, ficção cientifica ou até mesmo direito, encontra-se de tudo nesta minha “biblioteca”. Confesso que, a grande maioria, foram adquiridos durante a faculdade, sim porque hoje em dia, tirando uma ou outra exceção, os meus olhos só pendem para os “cookbooks”. O consumismo desses “saborosos” livros era de tal maneira grande que por falta de espaço ou, simplesmente, pelo peso na carteira, fui aconselhada cá em casa começar a comprá-los em formato digital.

Não é de perto nem de longe a mesma coisa e admito que a principio fartei-me de pôr defeitos aos livros ou às aplicações que os suportam, talvez na tentativa de voltar à sua versão em papel mas hoje em dia não me via de outra maneira. É um enorme conforto poder andar com algumas dezenas de livros na mala sem o seu peso e volume a atrapalhar, pagá-los e saber que os tenho em minutos a um preço que me permite comprá-los aos pares.

O livro que serviu de base para fazer esta receita é um deles, uma daquelas pérolas que sinto pena não ter em papel de tão imperdível que é, aliás se o vissem iriam notar que é difícil encontrar uma receita sem bookmark. lol
Incluindo esta. 

Assim que passei os olhos pela imagem ainda sem ter visto a receita senti-me tal e qual um desenho animado com uma luzinha a piscar sobre a cabeça, “isto pode ser uma ideia para recriar uma floresta negra que posso comer a qualquer altura do dia”. Meti mãos à obra e no dia seguinte tinha uma deliciosa “floresta negra” para o pequeno almoço (que luxo), talvez com um décimo das calorias e das gorduras da versão tradicional mas com aquele delicioso sabor a cereja e chocolate que me apaixonou logo na primeira colher.

Para 2 doses.

Ingredientes:

2 chv, aveia, sem gluten;

2 clh.sp. chia;

1 chv. leite de amêndoa;

1 limão, algumas gotas;

2 clh.sp. cacau, crú;

60g chocolate negro, min.70% cacau;

2 clh.sp. doce de cereja;

2 clh.ch. extrato baunilha;

18 + 2 cerejas;

6 clh.sp. iogurte grego;

lascas de chocolate, q.b.

Na noite, coloque num frasco a aveia, a chia, o leite e algumas gotas de sumo de limão. Misture e deixe repousar durante a noite.
Na manhã seguinte, pique o chocolate a gosto e envolva no preparado de aveia, juntamente com o cacau e o extrato de baunilha.
Retire os caroços às 18 cerejas e reserve.

Num copo ou frasco, comece a distribuir as camadas. Comece por uma camada do preparado de aveia, de seguida uma colher e meia de iogurte, as cerejas, metade do doce de cereja (de compra ou caseiro) e novamente uma camada do creme de aveia e chia. Termine com uma camada de iogurte, lascas de chocolate e uma cereja no topo.
Repita o processo para o segundo copo e leve ao frigorifico até à hora de comer.

Adapted from: “My new roots”

FLORESTA NEGRA {KIND OF}

Para os que me seguem não é novidade o fascínio que tenho por livros e revistas. Desde arquitectura, design e fotografia, passando por alguns mais aborrecidos como romances, ficção cientifica ou até mesmo direito, encontra-se de tudo nesta minha “biblioteca”. Confesso que, a grande maioria, foram adquiridos durante a faculdade, sim porque hoje em dia, tirando uma ou outra exceção, os meus olhos só pendem para os “cookbooks”. O consumismo desses “saborosos” livros era de tal maneira grande que por falta de espaço ou, simplesmente, pelo peso na carteira, fui aconselhada cá em casa começar a comprá-los em formato digital.

Não é de perto nem de longe a mesma coisa e admito que a principio fartei-me de pôr defeitos aos livros ou às aplicações que os suportam, talvez na tentativa de voltar à sua versão em papel mas hoje em dia não me via de outra maneira. É um enorme conforto poder andar com algumas dezenas de livros na mala sem o seu peso e volume a atrapalhar, pagá-los e saber que os tenho em minutos a um preço que me permite comprá-los aos pares.

O livro que serviu de base para fazer esta receita é um deles, uma daquelas pérolas que sinto pena não ter em papel de tão imperdível que é, aliás se o vissem iriam notar que é difícil encontrar uma receita sem bookmark. lol
Incluindo esta. 

Assim que passei os olhos pela imagem ainda sem ter visto a receita senti-me tal e qual um desenho animado com uma luzinha a piscar sobre a cabeça, “isto pode ser uma ideia para recriar uma floresta negra que posso comer a qualquer altura do dia”. Meti mãos à obra e no dia seguinte tinha uma deliciosa “floresta negra” para o pequeno almoço (que luxo), talvez com um décimo das calorias e das gorduras da versão tradicional mas com aquele delicioso sabor a cereja e chocolate que me apaixonou logo na primeira colher.

Para 2 doses.

Ingredientes:

2 chv, aveia, sem gluten;

2 clh.sp. chia;

1 chv. leite de amêndoa;

1 limão, algumas gotas;

2 clh.sp. cacau, crú;

60g chocolate negro, min.70% cacau;

2 clh.sp. doce de cereja;

2 clh.ch. extrato baunilha;

18 + 2 cerejas;

6 clh.sp. iogurte grego;

lascas de chocolate, q.b.

Na noite, coloque num frasco a aveia, a chia, o leite e algumas gotas de sumo de limão. Misture e deixe repousar durante a noite.
Na manhã seguinte, pique o chocolate a gosto e envolva no preparado de aveia, juntamente com o cacau e o extrato de baunilha.
Retire os caroços às 18 cerejas e reserve.

Num copo ou frasco, comece a distribuir as camadas. Comece por uma camada do preparado de aveia, de seguida uma colher e meia de iogurte, as cerejas, metade do doce de cereja (de compra ou caseiro) e novamente uma camada do creme de aveia e chia. Termine com uma camada de iogurte, lascas de chocolate e uma cereja no topo.
Repita o processo para o segundo copo e leve ao frigorifico até à hora de comer.

Adapted from: “My new roots”

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